
Quando o CEU vira palco
Sessões de cinema ao ar livre no Campo Grande, apoiadas pelo Fundo da Quebrada, transformaram o céu em palco: cultura acessível no território e o legado de gente que se reconhece no que assiste.
Pesquisas, relatos de campo e ensaios sobre tecnologia, territórios e cidadania.
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Sessões de cinema ao ar livre no Campo Grande, apoiadas pelo Fundo da Quebrada, transformaram o céu em palco: cultura acessível no território e o legado de gente que se reconhece no que assiste.
A coleção de trilhas pedagógicas do Inclusão Tech documenta como fazer educação digital básica com crianças, adolescentes, adultos e pessoas 50+ — cinco volumes construídos a partir da pesquisa territorial Bytes de Mudanças e transferidos como tecnologia social a organizações de assistência de Campinas.

Os três Hubs de Cidadania Ativa de Campinas viram um só: a integração consolida os aprendizados em guias metodológicos e reorganiza os espaços que transformam ideias do território em ação coletiva.

Levar lideranças periféricas ao Expo Favela Innovation não é vitrine: é estratégia de fortalecimento do ecossistema de impacto — exposição a redes ampliadas de inovação social, novas conexões e circulação de conhecimento para quem constrói soluções nos territórios.

O Hub Quebrada em Movimento recebeu mais 8 computadores doados pela Worx Base para remanufaturamento no Campo Grande — máquinas que voltam ao território como infraestrutura de trabalho para lideranças e projetos comunitários.

Em 29 de novembro de 2025, a Casa Hacker foi destaque em um episódio especial do programa Mãos Solidárias, que mostrou como a organização atua na inclusão digital, no desenvolvimento de talentos periféricos e na promoção de direitos digitais com foco em justiça social.

O Minas em Tech levou a pauta da educação STEAM para meninas ao programa Mulher.com, na TV aberta: visibilidade para sensibilizar educadores, famílias e gestão pública pela democratização do acesso das meninas à ciência e à tecnologia.

A Casa Hacker assinou o compromisso antirracista Akoben, da Coalizão Direitos na Rede, assumindo obrigações concretas — a começar pela garantia de palestrantes negros em todo evento com três ou mais vozes — para enfrentar o racismo estrutural no ecossistema de direitos digitais.

Desde 2023 a Casa Hacker compensa as emissões da sua operação em nuvem com apoio a reflorestamento: 117 árvores plantadas e 19 toneladas de CO₂ compensadas até dezembro de 2025, em parceria com a Tree-Nation.