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PUBLICAÇÕES

Pesquisas, relatos de campo e ensaios sobre tecnologia, territórios e cidadania.

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A imagem consiste em um card informativo produzido pela organização Casa Hacker com base em dados do Censo 2022 sobre o distrito de Campo Grande, em Campinas. No lado esquerdo, sobre um fundo escuro, destacam-se o logotipo da instituição, a indicação de categoria "// PESQUISA · CENSO 2022", o título em destaque "Campo Grande" e a síntese "Demografia, renda, escolaridade e conectividade no distrito da região Noroeste de Campinas, lido setor a setor", acompanhada pelas estatísticas de 125.044 pessoas, 256 setores e 43 bairros. Do lado direito, exibe-se a visualização cartográfica do perímetro do distrito dividida por setores censitários, representados através de uma paleta de tons em roxo, lilás e áreas em cinza-escuro com hachuras geográficas.
EM_DESTAQUE
Desenvolvimento Institucionalcenso 2022ibge

Campo Grande: demografia, renda, escolaridade e conectividade no Censo IBGE 2022

Diagnóstico territorial do distrito Campo Grande, região Noroeste de Campinas (SP), a partir dos microdados da amostra e dos agregados por setor censitário do Censo Demográfico 2022 do IBGE: demografia, renda, escolaridade, ocupação e conectividade, com mapa interativo dos 256 setores e leitura crítica do território.

Geraldo Barros
Seis pessoas sentadas lado a lado, de perfil, ouvindo com atenção durante uma roda de conversa.
Desenvolvimento Institucional

Arranjos multi-institucionais de território: governança compartilhada

As organizações dos nossos territórios têm chegado com convite para construir junto, e não para executar ideia que veio pronta. Reuni aqui o que aprendemos na prática, somado à formação de organizações dinamizadoras da Coalizão pelo Impacto, sobre como estruturar governança compartilhada que aguente o primeiro imprevisto.

Geraldo Barros
Peça gráfica da campanha de integridade da Casa Hacker. À esquerda, sobre fundo verde-oliva escuro, um padrão quadriculado rosa no estilo de QR code, o título “Fazer do jeito certo, sempre.” em tipografia pixelada rosa e dois avisos em verde-limão: “Código de Conduta Ética — casahacker.org/conduta” e “Tem algo de errado por aqui? — abreojogo.casahacker.org”, com a marca casa hacker e a assinatura “nos conformes”. À direita, um jovem negro de jaqueta verde-limão olha para a câmera com o queixo erguido.
Desenvolvimento Institucional

Fazer do Jeito Certo, Sempre: conheça nosso programa de integridade

Depois de falar sobre dados para inteligência artificial, proteção de dados e acessibilidade, hoje compartilho como avançamos em aproximadamente um ano e meio de trabalho de conformidade e integridade na Casa Hacker. Neste ano participamos de uma formação da Neoenergia voltada a compliance no terceiro setor e saímos com uma boa notícia: o que já fazíamos estava alinhado ao que o setor espera. Este é o relato do programa por dentro — quem lidera, o que a Diretoria e o Conselho assumem, as políticas, os treinamentos, o canal de denúncias, a verificação de fornecedores, o que vem pela frente e o que aprendemos até aqui.

Geraldo Barros
Ilustração da barra de acessibilidade da Casa Hacker: controles de tamanho de fonte, contraste, espaçamento, links, cursor e pausa de animação, em duas colunas antes e depois, ao lado do esboço de uma página do site
Acessibilidade

Barra de acessibilidade: nossa tecnologia aberta para inclusão

A Casa Hacker abre o código da sua barra de acessibilidade com licença livre: os recursos que padronizamos nas nossas plataformas agora podem ser usados por qualquer site — e o site da Casa Hacker passa a falar quatro idiomas.

Geraldo Barros
Diagrama sobre fundo branco, intitulado "Como a Casa Hacker protege um dado", com a marca Casa Hacker no canto superior direito. Ele mostra cinco camadas de proteção empilhadas em forma de funil: cada faixa é mais estreita e mais escura que a de cima, porque representa o que sobra depois da camada anterior e o quanto o dado está mais fundo. Um eixo à esquerda nomeia essa profundidade — fora, entrada, sistema, servidor, disco e núcleo.  A primeira camada, Porta de entrada, aparece em verde muito claro e com hachura diagonal, indicando que é operada por terceiro sob contrato: ela segura ataque em massa, barra robô e filtra endereço perigoso, e ali param o ataque em massa, o robô e o golpe que já se conhece. A segunda, Identidade, exige mais de uma prova de identidade e faz a sessão expirar sozinha; ali para quem não prova quem é — toda vez, não só na primeira. A terceira, Permissão, no verde vivo da marca, garante que cada pessoa só veja o que o trabalho dela exige; ali para quem provou quem é, mas não tem permissão. A quarta, Ação, em verde médio, faz o que não tem volta esperar alguém confirmar; ali para a ação sem volta feita sem ninguém confirmar. A quinta, Criptografia em repouso, em verde escuro, deixa o dado embaralhado e ilegível sem a chave; ali para quem levar o disco e não lê nada. No fundo do funil, uma caixa preta com texto verde traz o dado protegido: "a chamada de uma aula".  À esquerda, uma faixa roxa vertical atravessa todas as camadas, marcada como "não é camada, atravessa todas elas". Nela: o diretor de proteção de dados autoriza a saída; quem pode o quê está por escrito; sabemos onde cada dado está guardado; há treinamento anual e informes; e a lei de proteção de dados guia o desenho, não é nota de rodapé. O roxo indica decisão humana.  Abaixo do funil, separada por uma linha e rotulada "fora do funil", uma faixa cinza traz o sexto item, Cópias, que serve para recuperar e não para barrar: saem criptografadas, são guardadas em três continentes, dá para gravar mas não dá para apagar, e são conferidas toda semana.  No rodapé lê-se: "Este mapa mostra ordem e princípio. Não mostra configuração — de propósito."
Desenvolvimento Institucional

Segurança na Casa Hacker: como protegemos os dados de quem confia na gente

A Casa Hacker passou os últimos meses endurecendo suas plataformas antes de deixar a inteligência artificial entrar. Este é o relato do que mudou: o que significa dizer que um dado está criptografado, por que nossas cópias saem do país todo dia e não podem ser apagadas, como o Projeto Galileo colocou proteção de nível empresarial ao alcance de uma organização da periferia, e por que uma única pessoa autoriza toda saída de dado. Inclui o que ainda não fazemos — porque organização que só conta a parte pronta está pedindo para você acreditar nela em vez de conferir.

Geraldo Barros
Esta imagem apresenta um gráfico de área empilhada sobre um fundo bege claro pontilhado, ilustrando o crescimento acumulado de migrações de dados ao longo do tempo para o projeto "casa hacker". O gráfico principal é dividido em seis categorias coloridas com seus volumes finais indicados à direita: núcleo (66, cinza), programas (148, rosa), operação (81, azul), dinheiro (65, amarelo), conformidade (57, roxo) e acervo (19, verde). A linha do tempo, que se estende de junho a agosto, destaca três picos específicos de inserção de dados (com 31, 30 e 29 tabelas em um único dia), enquanto a parte inferior traz a legenda "MIGRATIONS ENTRANDO POR DIA" logo acima de um gráfico de barras cinzas que mostra a frequência diária e intermitente desses volumes.
Inovação Social

A IA que nos interessa não responde e-mail: o que fizemos antes de pedir uma única resposta à inteligência artificial

Enquanto o debate sobre IA se divide entre truques de produtividade e grandes promessas de impacto social, decidimos resolver o problema que vinha antes: nossa própria base de dados. Este é o relato do que fizemos em oito etapas, dos erros que a medição desmentiu, das regras de privacidade que não negociamos. No fim, a base ficou de fato acessível à IA — um servidor MCP com 86 ferramentas, no ar, sem abrir o banco nem afrouxar uma permissão — e restam as perguntas sobre evasão e acolhimento que os nossos dados ainda não permitem responder.

Geraldo Barros
Foto de grupo das lideranças do PerifaImpacto em evento de encerramento, com banners roxos do programa nas laterais.
Inovação Social

O que aprendemos acompanhando 20 lideranças ao longo de 12 meses de formação?

Salve, Hackers! Tudo bem? Gostaria de contar que estou chegando aos últimos dias fazendo parte dessa organização incrível e preciso contextualizar o que foi a última jornada em que estive presente! Quando as pessoas olham para um projeto como o PerifaImpacto, normalmente enxergam o que acontece no palco.

Gabrielli Cristina
Mãos de duas jovens montam um circuito simples com fios vermelho e preto, tesoura, fita isolante e prendedor de madeira sobre a mesa.
Educação STEAM

Mobilização e a importância do ensino STEAM localizado

Este texto busca discutir sobre a importância de localizarmos o desenvolvimento das atividades e discutir como as mobilizações, atividades de chamamento para inscrição nos Hackerclubes, são mais do que uma forma de promover o projeto e acabam por oferecer aos jovens um espaço de primeiro contato com

Pamela Moraes

Doe

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