Inovação
Cultura de escuta ativa aos territórios e criação de soluções responsivas às suas realidades.

A Associação Casa Hacker é uma organização sem fins lucrativos, nascida em 2018 em Campinas (SP) e constituída como associação em 2019, dedicada a emancipar tecnologicamente pessoas e coletivos periféricos — fortalecendo a capacidade dos territórios de transformar suas próprias realidades com tecnologia, ciência e inovação social.
O futuro não é uma coisa distante; ele está nas escolhas que a gente faz agora, nas mãos de quem transforma pouco recurso em muita criatividade. Quando a Casa Hacker nasce, nasce junto a certeza de que as periferias não são um lugar de espera, são um lugar de começo: começo de ideias, de tecnologias, de inovação, de jeitos novos de viver e decidir o futuro da própria história.
A gente parte da confiança de que a virada não vem de fora, vem da própria periferia quando tem acesso a oportunidade, ferramentas, conexões e respeito. Sabemos que muita gente cresceu sem ver portas abertas para estudar ciência, tecnologia e inovação, trabalhar com o que ama ou transformar um projeto de bairro em política pública. Mas, mesmo quando essas portas não aparecem, as periferias seguem inventando caminhos: criam redes comunitárias, criam negócio de impacto com o que tem em casa, ensinam o que aprenderam para o território. A Casa Hacker se compromete a fortalecer esses caminhos, criando oportunidades reais para que o que já existe na base ganhe estrutura, visibilidade e perspectivas de futuro.
Nosso compromisso é tratar tecnologia como direito e como linguagem de poder, e não como privilégio de poucos. Isso quer dizer montar espaços onde todos possam aprender, experimentar e criar com tecnologia de um jeito seguro, acessível e criativo. Quer dizer caminhar com escolas, organizações e coletivos para que a educação em ciência, tecnologia e inovação social fale a língua da periferia, abra portas para trabalho e gere soluções que nascem do território e voltam para ele em forma de renda, fortalecimento, cuidado e participação.
A mudança que buscamos não é um projeto rápido, é uma construção diária de vínculos, confiança e autonomia. Ao apoiar lideranças, coletivos e iniciativas locais, queremos que mais gente da quebrada ocupe os lugares onde as decisões são tomadas. Nosso compromisso é seguir deslocando o centro: tirar a periferia do rodapé da conversa e colocá-la como autora principal das respostas para os desafios do nosso tempo.
O futuro não é uma coisa distante porque ele já está sendo escrito agora, em cada aula num laboratório hacker, em cada jovem que descobre que pode programar, em cada morador que entende seus direitos digitais e decide usá-los para proteger seu território. A Casa Hacker existe para que esse futuro saia do possível e vire cotidiano: um Brasil em que a ciência, tecnologia e inovação social estejam nas mãos de quem sempre foi deixado de lado, e em que as periferias sejam reconhecidas como o lugar onde novas ideias de tecnologia, ciência, justiça, trabalho, cultura e democracia ganham forma.
Quem quiser caminhar junto é bem-vindo: vamos programar outros futuros, a partir de onde tudo já acontece.
Acreditamos que as periferias são ricas de inovação, tecnologia, ciência e criatividade — e que a ausência de oportunidades, não de talento, é a barreira para a inclusão. Já influenciamos políticas públicas de direitos digitais, formamos pessoas em tecnologia e preparamos jovens para carreiras tech, com programas de privacidade, segurança digital e combate à desinformação.
tagline · tecnologia e inovação social para o desenvolvimento sustentável das periferias
Emancipar tecnologicamente pessoas e coletivos das periferias, fortalecendo sua capacidade de desenvolver seus territórios.
Criar a maior e mais vibrante rede de laboratórios hackers do Brasil — criando oportunidades de educação em STEAM e inovação social às periferias de todo o país.
Os princípios que guiam cada decisão, da operação de campo ao nível executivo.
Cultura de escuta ativa aos territórios e criação de soluções responsivas às suas realidades.
Ações que inspiram e geram mudanças concretas e transformadoras.
Defesa de software e hardware abertos, pelo acesso universal ao conhecimento.
Compromisso inabalável com a missão institucional em cada decisão.
Pluralidade de vozes, culturas e perspectivas como motor de inovação.
Engajamento que honra os compromissos com pessoas e territórios.
Comunidade participante da governança, do nível dos projetos ao executivo.
Construímos oportunidades em ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática, transformando espaços comunitários em laboratórios de inovação.
Investimos em lideranças de impacto da base que transformam seus territórios pela inovação social, tecnologia, ciência e criatividade.
Desenvolvemos inclusão sociodigital para todas as idades — do primeiro contato com o computador à privacidade e segurança on-line.
Formamos juventudes em participação social e incidimos em políticas públicas de direitos digitais, educação, juventude, etnia e gênero.
Mudança é complexa e interconectada. Nosso foco é alterar as dinâmicas de poder que perpetuam desigualdades, exclusão e injustiças — do conhecimento de base ao impacto de longo prazo.
↓ baixe e estude a nossa teoria da mudança (pdf)Conhecimento
Nossa experiência, tecnologias sociais e descobertas.
Pessoas
Time de pessoas experientes no desenvolvimento de iniciativas de impacto.
Ecossistema
Nossas redes, parceiros, empresas, financiadores, organizações dos territórios, os próprios territórios, governos etc.
inovação
Educação STEAM
Desenvolver iniciativas de educação STEAM com foco em juventudes, transformá-las em tecnologias sociais e criar um ecossistema que fomenta e implementa essas iniciativas em todo o país de forma descentralizada.
Inovação Social
Incentivar os territórios a propor soluções de desenvolvimento local, com foco em desenvolvimento social, econômico, participação social e política para o acesso a espaços de poder.
Inclusão Digital
Desenvolver iniciativas de inclusão sociodigital para pessoas de todas as idades, transformá-las em tecnologias sociais e criar um ecossistema que as fomenta e implementa nacionalmente de forma descentralizada.
ecossistema
Financiamento e Recursos
Mobilizar recursos de fontes diversificadas, do setor público e privado, para financiar as estratégias de "Inovação", incluindo o compartilhamento das estratégias com o ecossistema.
Incidência em Políticas Públicas
Desenhar e apoiar iniciativas e estratégias de incidência em políticas públicas de direitos digitais, educação em ciência e tecnologia, além daquelas transversais: juventude, etnia e gênero.
A rede nasceu na Região Metropolitana de Campinas e se move com as pessoas dos territórios — cada ponto no mapa é gente organizada fazendo tecnologia virar desenvolvimento local.
Região Metropolitana de Campinas · SP
campinas · sumaré · americana · nova odessa — base da rede desde 2018
São Paulo · SP
sede corporativa + lideranças e clubes em expansão pela zona leste
Rio de Janeiro · RJ
hackerclubes na nave do conhecimento da penha · articulação com ongs locais
A Casa Hacker iniciou sua jornada em 2018 como um coletivo informal; em 2019, a Associação Casa Hacker — associação de direito privado e sem fins lucrativos — foi constituída para coordenar, financiar e suportar juridicamente o desenvolvimento de longo prazo das iniciativas. Faz parte da nossa cultura manter processos transparentes e com a colaboração da comunidade: aqui disponibilizamos publicamente nossos registros institucionais, históricos, estratégicos e financeiros.
Associação Casa Hacker
CNPJ 36.038.079/0001-97
Associação privada sem fins lucrativos · constituída em 2019
Imune de impostos nos termos do art. 150, VI, da Constituição Federal
exercício de 2026
As receitas por tipo de instrumento — sem nomear apoiadores — e as despesas pela classificação da nossa gestão financeira. Recursos com restrição têm destinação definida com quem apoiou e não podem ser aplicados livremente.
provisório · até ago/2026
com restrição sem restrição
por natureza da despesa
fora do resultado: R$ 123 mil aplicados em equipamentos, instalações e reservas — patrimônio, não despesa
com restrição sem restrição
por natureza da despesa
fora do resultado: R$ 86 mil aplicados em equipamentos, instalações e reservas — patrimônio, não despesa
com restrição sem restrição
por natureza da despesa
fora do resultado: R$ 5 mil aplicados em equipamentos, instalações e reservas — patrimônio, não despesa
com restrição sem restrição
por natureza da despesa
fora do resultado: R$ 4 mil aplicados em equipamentos, instalações e reservas — patrimônio, não despesa
com restrição sem restrição
por natureza da despesa
fora do resultado: R$ 30 mil aplicados em equipamentos, instalações e reservas — patrimônio, não despesa
A gestão financeira integrada que alimenta estes gráficos começa em 2022. Para o exercício de 2021, veja as demonstrações contábeis assinadas, logo abaixo.
A gestão financeira integrada que alimenta estes gráficos começa em 2022. Para o exercício de 2020, veja as demonstrações contábeis assinadas, logo abaixo.
Série desde 2020. Publicadas como vias públicas: os CPFs no rodapé de assinatura foram removidos, o que invalida a assinatura digital do arquivo — as vias originais assinadas estão disponíveis em operacoes@casahacker.org.
parcial · janeiro a maio
balancete, balanço patrimonial e DRE num documento único, assinado com o e-CNPJ da associação · sem notas explicativas
balancete, balanço patrimonial e DRE num documento único · sem notas explicativas
R$ 1,2 mi em doações com encargo concedidas a organizações e lideranças desde 2022 — publicadas linha a linha, com beneficiário, projeto, valor e data, no modelo das bases de grants das grandes fundações.
vias originais assinadas, ata de constituição e QSA sob solicitação: operacoes@casahacker.org
Toda a governança da casa é publicada emdocs.casahacker.org.
integridade
legais e dados
compras, pagamentos e viagens
A Casa Hacker detém as marcas "Casa Hacker", "PerifaImpacto", "Minas em Tech", "Inclusão Tech" e "Hackerclubes" — para que as pessoas saibam distinguir entre projetos oficiais e projetos independentes que usam nossas tecnologias, infraestrutura, espaço, investimento ou qualquer outro tipo de apoio.
Um time de pessoas experientes no desenvolvimento de iniciativas de impacto — a maioria da própria periferia.
Geraldo Barros
Diretor Executivo · cofundador
Analista de sistemas, desenvolvedor, facilitador e educador com histórico de trabalho em pesquisa, tecnologia e inovação social. Fundador da Casa Hacker, organização de educação STEAM sediada em Campinas (SP) referência em comunidades periféricas, anteriormente na Mozilla Foundation atuou como pesquisador do Internet Health Report, Wrangler do Mozilla Festival Program para Trustworthy AI, criador do jogo de privacidade Privacy Board Game, e premiado como uma das 50 pessoas que fizeram a Internet um lugar melhor em 2016 na premiação global Network 50 da Mozilla Foundation.
Amanda Santos
Gerente de Projetos
Graduada em Ciências Sociais e em Ciência Política pela UNICAMP, cria do Jd. São Miguel, em Cotia, sou professora de Sociologia e gestora de projetos voltados para as juventudes, coletivos sociais e educação, em organizações de impacto há mais de cinco anos. Atuei em iniciativas que promovem a emancipação tecnológica e a inclusão de meninas nas áreas STEAM, como o projeto Minas em Tech, e liderei formações em segurança digital com o Data Detox para Educadores, em parceria com a Tactical Tech. Atuei como gestora em projetos realizados em diferentes Estados e territórios periféricos do Brasil com foco no fortalecimento comunitário e educação pública em instituições como a Casa Hacker, Fundação FEAC, Roda Educativa, Itaú Social e Instituto Gesto. Minha trajetória se iniciou em coletivos culturais e educacionais e, desde então, sigo comprometida com o desenvolvimento de soluções educativas, inclusivas e com foco no impacto social real.
Karla Marques
Gerente de Projetos
Gerente de Projetos do Hub Quebrada em Movimento e Terapeuta Cognitivo-Comportamental, com atuação voltada ao desenvolvimento e fortalecimento de mulheres negras da periferia. Pós-graduada em Gestão de Pessoas pela USP/Esalq e formada em Gestão Financeira pela Uniube, é especialista em Programação Neurolinguística e Master Trainer pela SBCE. Atua também como palestrante e facilitadora, utilizando o autoconhecimento como ferramenta central de transformação pessoal e coletiva.
Marcelo Oliveira
Gerente de Projetos
Marcelo Oliveira, também conhecido como Dustin Maia, é artista, produtor musical, empresário e gerente de projetos na Casa Hacker. Atua no fortalecimento de lideranças comunitárias e iniciativas de impacto social em territórios periféricos de Campinas. Desde 2016 desenvolve projetos culturais, formativos e comunitários voltados à ampliação de oportunidades e ao acesso à cultura, tecnologia e participação cidadã.
Nara Leme
Gerente de Projeto
Geógrafa formada pela UNICAMP, sou gestora no Inova Quebrada, onde atuo diretamente no fortalecimento de lideranças periféricas. No meu dia a dia, organizo processos, sistematizo dados, construo relatórios, acompanho lideranças e desenho estratégias e atividades que conectam formação, território e impacto social. Minha trajetória passa pela educação pública como professora de Geografia, pela educação maker e STEAM, e pela atuação como educadora social com mulheres, meninas e pessoas com deficiência intelectual. Tenho na comunicação um dos meus principais instrumentos de trabalho, seja na construção de textos, no cuidado com pessoas ou na transformação de ideias em ações concretas. Cria do Parque São Jorge, em Campinas, minha prática é atravessada pela experiência de viver e aprender em territórios periféricos, onde reconheço a educação como processo contínuo e coletivo, e a transformação social como algo que já começa dentro do próprio território.
Aliene Villaça
Coordenadora Pedagógica STEAM
Coordenadora Pedagógica da área de STEAM da Hacker. Pedagoga, pesquisadora e Doutora em Educação, com trajetória consolidada em educação digital, metodologias inovadoras e cultura digital na educação. Atua na coordenação pedagógica de programas voltados à inclusão digital, STEAM e cultura maker, e possui experiência na produção de materiais didáticos e na formação de professores. Conta com mais de quinze anos de atuação na educação, com foco em práticas que promovem inclusão, diversidade e participação ativa dos estudantes. @alienevillaca
Hellio Couto
Coordenador Pedagógico
Coordena, planeja e orienta a jornada formativa com as lideranças e assessores de impacto.
Ocian Junior
Educador · Hackerclubes
Educador social e tecnológico desde 2013, atua com diferentes públicos em projetos de aprendizagem, inclusão e desenvolvimento social. Atualmente integra a equipe do Hackerclubes, desenvolvendo atividades em escolas públicas e promovendo o acesso à tecnologia por meio de experiências criativas, colaborativas e conectadas à realidade dos estudantes.
Celso Niger
Assessor de Impacto Socioambiental
Celso Níger é assessor de impacto socioambiental no projeto Quebrada em Movimento além disso é poeta, produtor cultural e gerente de projetos com certificação internacional na NaViela.
Suellen Soares
Assessora de Impacto
Mulher negra, mãe de duas meninas e moradora de Hortolândia (SP). Administradora e pós-graduanda em História da Cultura Afro-Brasileira, Empreendedora social, mentora de negócios, consultora em projetos sociais, culturais e de economia criativa, Assessora de Impacto na Casa Hacker. Trabalho diretamente com as lideranças periféricas, realizando assessorias individuais, facilitando encontros e acompanhando o desenvolvimento de iniciativas nos projetos PerifaImpacto e Inova Quebrada. Minha trajetória é dedicada ao fortalecimento de mulheres e pessoas de territórios periféricos, transformando experiências reais em ferramentas de orientação, incentivo e desenvolvimento, buscando ampliar caminhos de autonomia, apoiando outras pessoas a estruturarem seus projetos com mais segurança, propósito e impacto.
Patrícia Polzl
Professora STEAM
Patrícia Polzl é artista visual, mestranda pela Unicamp e atua como desenvolvedora pedagógica e professora STEAM desde 2022. Sua prática articula arte, tecnologia e educação por meio de aulas de programação, modelagem 3D, video mapping e metodologias ativas. Desenvolve experiências colaborativas com foco em criatividade, experimentação e aprendizagem coletiva.
Pamela Moraes
Professora STEAM · Hackerclubes
Pamela Moraes é técnica em informática pelo IFSP, graduada em Comunicação Social - Midialogia pela Unicamp e mestranda em Identidades e Culturas Brasileiras pela USP. Atua como professora STEAM no projeto Hackerclubes da Casa Hacker, com foco em programação criativa e eletrônica.
Helen Camillo
Assistente de Comunicação
Atua como Assistente de Comunicação no Hub Quebrada em Movimento, sendo responsável pela produção de conteúdos audiovisuais e ativos visuais estratégicos para as plataformas digitais. Sua atuação foca na transposição de objetivos institucionais em publicações de alto impacto, otimizando o engajamento e a narrativa visual da organização.
Beatriz Romanello
Assistente de Comunicação
Assistente de Comunicação na Casa Hacker, com formação em Comunicação Social pela Unicamp.
Camila Gomes dos Santos
Analista Administrativa
Analista Administrativa na Casa Hacker, com formação em Administração de Empresas pela Unesp.
Everton Justo
Analista de Compliance
Analista de Compliance na Casa Hacker, com formação em Gestão Financeira e Controladoria pela Faculdade Mario Schenberg.
Melissa Suda
Gestão e Administração
Atua na gestão e administração da Casa Hacker, com formação em Gestão de Organizações da Sociedade Civil pela FIA.
Raquel Garboggini
Estagiária
Estagiária na Casa Hacker, tecnóloga em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Fatec Campinas.
Vitor Coelho
Gerente de Comunicação
Gerente de Comunicação da Casa Hacker, com formação em Design de Produto pela USP.
Yasmin Carolina
Assistente de Projetos
Assistente de Projetos na Casa Hacker.
Bora construir junto? Estamos sempre de olho em gente que quer transformar territórios com tecnologia.
VER_VAGAS_ABERTAS →Desde 2023, compensamos o impacto das nossas operações em nuvem com reflorestamento, via Tree-Nation. Para organizações que fazem uso intensivo de tecnologias em nuvem, adotar práticas sustentáveis é mais do que uma escolha: é um dever.
Amazônia · Rio Terra Brasil · Mata Atlântica · Copaíba · Sistema Cantareira · Semeando Água · Usambara · Tanzânia · Eden Reforestation · Madagascar — dados de 27/08/2026 · fonte: perfil Tree-Nation
ver nossa floresta no tree-nation ↗De uma ideia em Campinas a uma rede que escala para São Paulo e Rio. Os marcos que nos trouxeram até aqui.
A ideia nasce na Casa de Cultura Itajaí, por Geraldo Barros e Isabel Barbosa. Primeiros R$ 25 mil captados junto à Fundação FEAC, parceria com a Mozilla Foundation e construção do nosso primeiro laboratório.
Constituição formal como associação sem fins lucrativos. Ingresso no Pense Grande Incubação (Telefônica Vivo), programas nas escolas do Campo Grande e o festival que lançou a Hackstation, nosso primeiro fablab.
Primeiro programa de desenvolvimento de lideranças. Com a pandemia, as atividades migram para o online — segurança digital, economia criativa, podcasts, publicações autorais, guias e streaming — e nasce o hub Quebrada em Movimento, em parceria com a FEAC.
Consolidação do PerifaImpacto; patrocínio do Instituto Robert Bosch leva os Hackerclubes a 3 territórios; formação nacional em privacidade e segurança; edição brasileira da "The Glassroom Misinformation".
Lançamento do Minas em Tech (PPG Brasil) em Sumaré; 2ª edição do PerifaImpacto com 5 coletivos; Academy interna com a Gerando Falcões; Mulheres em Tech com o British Council; assessoria ao Hub Comunitário de São Marcos (Campinas); exposições Glassroom Community Edition e What The Future Wants; Dia Mundial da Criatividade.
Entrada na Coalizão pelo Impacto; PerifaImpacto Negócios de Impacto com o ICE; laboratório STEAM no Jardim Campo Belo (Instituto ProDica + Amazon); a Casa Hacker articula a Coalizão pela Genialidade Feminina, apoiada pelo programa internacional Rise Up, com incidência no PL 840/2021; Glassroom e What The Future Wants chegam ao Rio de Janeiro e a São Paulo.
Lançamento da nova Teoria da Mudança; programa Inclusão Tech; pesquisa de campo em Habilidades Digitais (Instituto Semear + FEAC).
Escala do Hackerclubes para São Paulo e Rio de Janeiro e do PerifaImpacto para São Paulo.
Nossa websérie conta as histórias de empreendedores(as) que passaram pelos programas de inovação social da Casa Hacker. Mais vídeos no canal no YouTube.
o player do youtube (modo de privacidade) só carrega quando você aperta o play.
Nem toda boa ideia precisa durar para sempre — mas tudo o que aprendemos com elas merece ficar de pé. Dados, histórias e conhecimento seguem abertos para consulta, pesquisa e inspiração.
O mapeamento das tecnologias sociais de Campinas, com a Fundação FEAC: 108 iniciativas de 90 organizações, em um diretório navegável com busca e filtros.
explorar o acervo →A mobilização de jovens das cinco regiões de Campinas em formação cidadã, com apoio da FEAC. A página segue no ar como registro vivo da iniciativa.
conhecer →Tem alguma dúvida? Uma proposta de parceria? Quer nos ajudar em algo, ou precisa da nossa ajuda? Quer desenvolver uma atividade em nosso espaço, ou nos contar sua experiência em um dos nossos encontros? Escreva pra gente.
Canal geral: falae@casahacker.org
Operações: operacoes@casahacker.org
R. Dr. Renato Paes de Barros, 618, Cj 01
Itaim Bibi · São Paulo · SP · 04530-000
obter direções →R. Luverci Pereira de Souza, 545
Cidade Universitária · Campinas · SP · 13083-740
obter direções →Casa Maria de Nazaré – Unidade Casa dos Anjos
R. Ondina Moreno de Lima, 546 – Mezanino – Jardim Liliza, Campinas – SP, 13058-272
E. E. Maria de Lourdes Martins
Rua Osvaldo Vacari, 777 – Jardim Maria Antonia (Nova Veneza), Sumaré – SP, 13178-374
E.E. Wadih Jorge Maluf
Rua Santa Clara, 238 – Jardim Santa Clara, Sumaré – SP, 13179-215
ADRA Núcleo Prof. Cassia Lasca
Av. Engenheiro Augusto Figueiredo, 2341 – Jardim Bom Sucesso, Campinas – SP, 13045-248
Centro Comunitário da Criança do Parque Itajaí I e Região
R. Pe. Jósimo Moraes Tavares, 164 – Conj. Hab. Parque Itajaí, Campinas – SP, 13058-011
Casa Santana Jardim Florence
R. Lasar Segal, 230 – Jardim Florence, Campinas – SP, 13059-016
Casa Santana Jardim Rossin
R. Gertrudes Môro Rossin, 524 – Jardim Rossin, Campinas – SP, 13059-235
Casa Santana Campina Grande
R. Araken Patusca, 138 – Campina Grande, Campinas – SP, 13058-653
Núcleo Calvariano
R. Nossa Sra. do Calvário, 157 – Jardim São Pedro de Viracopos, Campinas – SP, 13056-219
Dúvidas comuns sobre quem somos, como apoiar e como levar a Casa Hacker para o seu território. Quer ver a casa em movimento? Acompanhe nosso canal no YouTube.
Uma associação sem fins lucrativos criada por pessoas periféricas. Nascida em 2018 em Campinas e constituída como associação em 2019, atua para emancipar tecnologicamente pessoas e coletivos das periferias — fazendo das tecnologias, da ciência e da inovação social um lugar para todos. A Casa Hacker e seu fundador, Geraldo Barros, foram finalistas do Pense Grande 2019 (Fundação Telefônica Vivo), disputado por mais de 1.500 jovens e negócios de impacto de todo o Brasil.
Nascemos em 2018 na periferia de Campinas (SP) para dar uma resposta emergente às fake news e à desinformação online por meio da educação digital e midiática. Na Casa de Cultura Itajaí, os fundadores Geraldo e Isabel criaram e mantiveram oficinas e programas de inclusão digital por mais de 12 meses. Com o sucesso das atividades, mais de 10 voluntários se juntaram, fundações e empresas locais doaram recursos, e o projeto virou uma organização com diversos programas de impacto social e tecnologia.
Uma organização da sociedade civil: associação de direito privado, sem fins lucrativos, dedicada a gerar impacto social. Funcionamos como uma organização aberta e transparente, com gestão qualificada — geramos receita, mas nosso foco é o impacto, e temos o compromisso estatutário de reinvestir na Casa Hacker todo o superávit das operações: nenhum lucro ou parte do patrimônio é distribuído.
Por receitas diversificadas: doações pontuais e recorrentes de pessoas e empresas nacionais e estrangeiras; patrocínios diretos a projetos e institucionais; prestação de serviços como consultorias em impacto social, voluntariado corporativo e proteção de dados; incentivos fiscais e tributários; e receitas de patrimônio líquido e fundos.
Doe pelo nosso botão de doação no BTG Pactual; seja parceiro ou financiador escrevendo para falae@casahacker.org; ou some à nossa floresta de compensação de carbono no Tree-Nation. Cada apoio vira oportunidade real nos territórios.
Recrutamos voluntários de diversas habilidades e formações por meio da plataforma Atados. Mais de 300 pessoas já se voluntariaram na Casa Hacker desde 2018.
Os Hackerclubes transformam escolas e espaços comunitários em laboratórios de inovação. Para abrir uma frente na sua cidade ou escola, fale com a gente em operacoes@casahacker.org ou falae@casahacker.org — a casa abre a porta.
Somos um laboratório físico e on-line. Operamos a partir de Campinas e São Paulo; os Hackerclubes acontecem em Campinas, Sumaré, Nova Odessa, Americana, Rio de Janeiro e São Paulo. Presencialmente, montamos infraestruturas em parceria com espaços, organizações, coletivos, fundações e escolas; on-line, desenvolvemos cursos, podcasts, programas ao vivo, materiais didáticos, pesquisas e outros formatos.
Não temos autorização para fornecer os contatos de convidados e facilitadores. Envie sua mensagem com o nome da pessoa pelo nosso e-mail e encaminharemos o conteúdo a ela.
Encaminhe seu pedido por e-mail com: nome e objetivo da apresentação; nome dos potenciais facilitadores; experiências realizadas anteriormente; e outras informações relevantes. Se o projeto estiver alinhado com nossa missão, a produção entra em contato.
Emitimos atestado de presença para atividades ocorridas nos últimos 30 dias, em formato digital enviado por e-mail — basta pedir pelo nosso canal de contato. Quem participa de programas regulares não precisa solicitar: recebe um certificado com toda a programação e carga horária.
Não fornecemos suporte técnico a pessoas físicas ou jurídicas, nem respondemos a urgências técnicas por qualquer método antiético ou ilegal. Vítimas de crimes cibernéticos devem contatar as autoridades policiais locais para reportar, abrir boletim de ocorrência e receber orientações.
Envie sua proposta por e-mail — o time executivo analisa e retorna se houver alinhamento. Priorizamos: apoio financeiro para execução de projetos; marketing relacionado à causa; propostas de negócios ou pessoas locais e periféricas das regiões onde atuamos; desenvolvimento de projetos com organizações de impacto social; apoio institucional a petições alinhadas à missão; e divulgação de oportunidades claras, justas e alinhadas.
Claro — encaminhe seu pedido por e-mail para falae@casahacker.org.
Nossa assessoria atende jornalistas e veículos interessados em pautas sobre educação em ciência e tecnologia, inovação social e transformação de territórios periféricos — conectando jornalistas com nossos especialistas para entrevistas, pautas especializadas e posicionamentos.
Vira Comunicação — Luiz Felipe Leite
luizfelipe.leite@viracomunicacao.com.br
kit de marca: design system — diretrizes e logotipos
Este Código de Conduta Ética define os valores, diretrizes e responsabilidades que guiam o comportamento de todos que fazem parte da Casa Hacker — colaboradores, voluntários, parceiros, conselheiros e demais envolvidos. Acreditamos que há apenas uma forma de cumprir nossa missão: fazer tudo do jeito certo, sempre.
A quem se aplica: a todos que fazem parte da nossa rede — colaboradores, líderes, beneficiários, voluntários, prestadores de serviços, fornecedores, representantes, membros das unidades próprias e de terceiros e membros da diretoria, independentemente de cargo ou posição hierárquica.
Um movimento construído por e para pessoas periféricas: ambiente acolhedor, seguro e produtivo para todas — sem exceção.
Respeito à dignidade de todas as pessoas; tecnologia aberta; integridade (tolerância zero a assédio e discriminação); comunicação direta e gentil; privacidade — não coletamos o que não precisamos.
Em eventos, oficinas, programas e canais digitais: respeito entre todas as pessoas, nenhum comentário discriminatório e consentimento antes de fotografar ou gravar.
Violações são tratadas com seriedade — de advertência à exclusão permanente, proporcional à gravidade. Denúncias, inclusive anônimas, pelocanal de denúncias; perguntas sobre o Código são respondidas em até 72 horas úteis.